domingo, 20 de outubro de 2013

A Internet das Coisas

A Internet das Coisas foi desenvolvida pelo MIT Auto-ID Laboratory. O objetivo foi, desde o início, criar um sistema global de registro de bens. Esse método é uma revolução tecnológica que representa o futuro da computação e da comunicação e cujo desenvolvimento depende da inovação técnica dinâmica em campos tão importantes, como os sensores wireless e a nanotecnologia.

Com os benefícios da informação integrada, os produtos industriais e os objetos de uso diário poderão vir a ter identidades eletrônicas ou poderão ser equipados com sensores que detectam mudanças físicas à sua volta. Até mesmo partículas de pó poderão ser etiquetadas e colocadas na rede. Estas mudanças transformarão objetos estáticos em criações novas e dinâmicas, misturando inteligência ao meio e estimulando o desenvolvimento de produtos inovadores, incluindo novos serviços.

Como funciona?

- Primeiro: para ligar os objetos e aparelhos do dia-a-dia a grandes bases de dados e à Internet, é necessário um sistema eficiente de identificação. Só desta forma torna possível registar os dados sobre cada uma das coisas.
- Segundo: o registo de dados beneficiará a capacidade de detectar mudanças na qualidade física das coisas usando as tecnologias sensoriais. A inteligência própria de cada objeto aumenta o poder da rede de devolver a informação processada para diferentes pontos.
- Terceiro: os avanços ao nível da miniaturização e da nanotecnologia significam que cada vez mais, pequenos objetos terão a capacidade de interagir e se conectar. A combinação destes desenvolvimentos criará uma Internet das Coisas, que liga os objetos do mundo de um modo sensorial e inteligente.

A tecnologia RFID 

Esse método utiliza frequências de rádio para identificar os produtos e é vista como potenciadora da Internet das Coisas. Embora, algumas vezes identificada como a sucessora dos códigos de barras, os sistemas RFID oferecem informações importantes além da identificação de objetos em relação ao seu estado e localização.

Estes sistemas foram, primeiramente, utilizados na indústria farmacêutica, em grandes armazéns e na saúde. As mais recentes aplicações vão de atividades de tempos livres à segurança pessoal. Etiquetas RFID estão perto de serem implantados debaixo da pele humana para fins médicos e também em passaportes e cartas de condução e, futuramente, serão incluídos também em celulares.

Imagina-se um futuro em que poderemos vestir roupas inteligentes que se adapta às características da temperatura ambiente, a passagem por um sensor irá indicar-nos qual a manutenção que os veículos necessitam, podendo utilizar óculos de sol para receber uma chamada vídeo e cuidados médicos poderão ser prestados antecipadamente, graças a diagnósticos mais rápidos e eficientes.

Creative Commons e suas licenças: O que é e para que servem?

Creative Commons é uma organização não governamental sem fins lucrativos localizada em Mountain View, na California. Ela é voltada para expandir a quantidade de obras criativas disponíveis na rede que, através de suas licenças, permitem a cópia e compartilhamento com menos restrições de conteúdo que o tradicional onde há direitos reservados. Para esse fim, a organização criou diversas licenças, conhecidas como licenças Creative Commons.

Os criadores

A organização foi fundada em 2001 por Larry Lessig, Hal Abelson e Eric Eldred, na qual, contou com o apoio do Centro de Domínio Público. O primeiro conjunto de licenças foram lançadas em dezembro de 2002. A empresa é governada por um conselho de diretores e um conselho técnico, na qual conta com Joi Ito, o atual coordenador do conselho e CEO. Essa organização tem sido utilizada por muitos criadores de conteúdo, pois permitem o controle sobre a maneira como sua propriedade intelectual está sendo compartilhada.

As licenças do Creative Commons

Originalmente, as principais licenças dessa organização foram redigidas levando em consideração o modelo autorizado norte-americano. A partir da versão, as licenças passaram a ser redigidas de acordo com a legislação internacional sobre direitos autorais, como as Convenções de Berna e Roma. Isso faz com que a integração de ambas flua facilmente às legislações dos países que participam dessas convenções, como é o caso do Brasil.

No Brasil, as licenças já se encontram traduzidas e totalmente adaptadas à legislação brasileira. O projeto Creative Commons é representado no Brasil pelo Centro de Tecnologia e pela Faculdade de Direito da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. O Ministério da Cultura do Brasil incorporou, em 2003, a licença Creative Commons em suas políticas e projetos, com o objetivo de possibilitar maior circulação das obras criadas sob o patrocínio do governo federal.

Atualmente, as licenças já foram adaptadas às legislações nacionais de mais de 30 países, tais como França, Alemanha, Itália, Espanha e outros.

Os tipos de licenças

Existem vários tipos de licenças, as quais, as seis maiores delas são:

• Atribuição: CC-BY
• Atribuição: Partilha nos termos da mesma licença CC BY-SA
• Atribuição: Proibição de realização de Obras Derivadas CC BY-ND
• Atribuição: CC-BY-NC (uso não-comercial)
• Atribuição: Partilha nos termos da mesma licença CC BY-NC-SA ((uso não-comercial)
• Atribuição: Proibição de realização de Obras Derivadas CC BY-NC-ND (uso não-comercial)

Já as opções adicionais, incluem a opção CC0, ou as chamadas "No Right Reserved." Para software, Creative Commons tem três licenças disponíveis: o BSD License, o CC GNU LGPL licença, e os CC GNU GPL.

Projetos e obras que utilizam as licenças

• O livro de Lawrence Lessig Free Culture (2004), primeiro livro licenciado sob CC;
• A ficção de Cory Doctorow;
• O portal jurídico Groklaw;
• MIT OpenCourseWare - Sebentas (apostilas) académicas do MIT;
• Três dos livros de Eric S. Raymond: The Cathedral and the Bazaar, The New Hacker's Dictionary e The Art of Unix Programming;
• Public Library of Science;
• Um vasto conteúdo de fotografias publicadas no portal de compartilhamento Flickr;
• Conteúdo do blog oficial do Governo de Minas Gerais.

domingo, 13 de outubro de 2013

O que é Geolocalização?

A geolocalização serve, basicamente, para saber de onde uma informação foi enviada. Um exemplo claro dessa plataforma são os filmes de agentes secretos que fazem uso de rastreadores que são colocados nas pessoas para saber as coordenadas do local onde a pessoa se encontra. Esse novo contexto é mais uma prova que a vida está ficando cada vez mais tecnológica.

O método não faz uso de chips integrados à pessoa, através de um computador que esteja conectado à internet, os dados do local de origem geográfica são apresentados. Essa geolocalização funciona com a identificação do seu IP, que é capaz de mostrar o país, a cidade e o horário atual, de onde a pessoa em questão, se encontra.

Essa plataforma pode também ser utilizada a partir de dados de um endereço de MAC, RFID (identificação de radiofrequência), conexão sem fio ou até por coordenadas de um GPS. Vários smartphones fazem o uso do GPS que há integrado com o aparelho para enviar as informações da localização.

Mas, afinal, para que isso é usado?

A geolocalização é utilizada em alguns banners de publicidade que aparecem especificamente para pessoas de determinadas cidades, isso devido ao fato da identificação geográfica saber exatamente a cidade que as pessoas acessam determinados sites. Isso também pode ser usado para tornar a busca por informações básicas mais eficazes, como acessar a previsão do tempo e ver filmes que estão em cartazes nos cinemas locais.

Muitos serviços online também estão utilizando a geolocalização e geotagging (marcação geográfica), como o Twitter, Instagram e Facebook, que integram o Google Maps à localização.

Mas já vem surgindo uma nova plataforma acoplada à geolocalização, o chamado HTML5, onde permite o uso da geolocalização para desenvolver aplicações na web. Ou seja, os sites podem encontrar a sua localização para oferecer conteúdos específicos de maneira simples e precisa. Para saber como criar uma aplicação na web, a Tableless explica o passo a passo!

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Descubra o que é Transmídia e Hipermídia

No mundo atual, os meios de comunicação convergem entre si de forma direta. Transmídia são conteúdos que se desenvolvem a partir de várias outras mídias. Já o conceito de Hipermídia concentra-se na transição do conteúdo de um canal para outro. Estes conceitos nada mais são do que maneiras diferentes de contar histórias, na qual tais características estão frequentemente presentes nos mais diversos meios de comunicação.

No vídeo a seguir, explicaremos melhor sobre essas duas plataformas presentes no cotidiano da população.